domingo, 22 de março de 2015

Ninguém cá fica

Morremos. Vamos desta para melhor, dizem, se é melhor ou não, podemos especular apenas, mais ninguém o sabe ao certo, portanto, pergunta sem respostas.
E de repente quando tudo está a acabar, vem à memória tudo o que ficou por fazer, dizem também.
Amores por viver, sonhos por concretizar, medos que deviam ter sido substituidos por coragem, talentos por mostrar, abraços por dar, vidas por viver, relações para viver e para partilhar, desculpar o que afinal não foi assim tão importante e se foi, então faz ainda mais sentido a sua resolução...
Tanta tanta coisa...e só porque de repente pensamos que tudo vai acabar um dia. Nunca sabemos até quando vamos andar por cá, embora achemos erradamente que sim.
Façamos o que temos a fazer porque tudo pode acabar e ficará tanto por viver...
Dispamos as camadas de assuntos pendentes e vivamos em paz aconteça o que aconteçer...
Porque nunca sabemos quando acabam as nossas, e as histórias das personagens que nelas contracenam connosco.

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